01/02/2010

Desligue seu ídolo!

Qual a sua relação com a TV? O que isso tem a ver com a Bíblia? E mais, prestem atenção: Por que tentamos tanto imitar os americanos quando os próprios profetas de lá admitem que o cristianismo americano está falido?

Cheios do Espírito Santo!

Precisamos ser cheios do Espírito Santo! O que isso significa? Como é isso?
Fonte: Voltemos ao Evangelho

"Deus mandou a chuva para deter o inimigo"


ETIÓPIA (44º) - “Não tinha com quem contar. Telefonei para o meu líder no meio da confusão. Ele orou por mim. E Deus enviou a chuva para conter o inimigo, que desejava tirar minha vida”, contou Mihiret Tamir, 38, missionário de uma remota aldeia do Estado de Amhara. Há dez anos, Mihiret foi o primeiro a se converter em sua aldeia. Desde então, ele tem enfrentado oposição. Já recebeu ameaças de morte e sobreviveu a mais de um ataque. O ataque mais recente se deu em 1º de maio do ano passado, quando Mihiret e sua família acordaram por volta da meia-noite com o barulho de pedras atingindo sua casa.
A esposa e os filhos de Mihiret esperavam o pior, pois ainda estavam traumatizados pelos ataques anteriores.
A casa da família já foi incendiada, a plantação já foi destruída e o próprio Mihiret já sofrera agressões que quase o mataram.
Enquanto as pedras atingiam sua casa, Mihiret, preocupado, tentou consolar a família e reuniu-a para orar.
A casa foi apedrejada por mais de 30 minutos, enquanto a família se perguntava o que fazer.
“Todos me olhavam, foi muito difícil. Não podia escapar dos olhares de meus amados, e percebi que tinha de mostrar um pouco de força e calma para lhes assegurar de que a situação não era perigosa” relembrou Mihiret.
Desesperado, ele telefonou para seu coordenador, que vive em Bahirdar, para pedir ajuda em oração.
Telefonema inesperado
“Era tarde da noite, cerca de 1 da manhã, e eu estava dormindo”, o coordenador comentou.
“Fiquei assustado em receber uma ligação tão tarde. Quando vi que era Mihiret quem estava ligando, suspeitei que havia algo errado. Atendi o telefone e logo perguntei o que estava acontecendo. Ele me disse que havia pessoas apedrejando sua casa. Mihiret pediu para que orássemos por eles. Eu conseguia ouvir as pedras atingindo a casa, ao fundo. O que mais poderia fazer naquele momento? Moro a cem quilômetros de distância, e já era tarde...
Oramos juntos pelo telefone. Antes de desligar, animei Mihiret a confiar em Deus. Eu estava realmente confuso. O que podia fazer para ajudá-lo? Algumas semanas antes do incidente, ele me disse que havia recebido uma nota, mandando-o deixar a aldeia. Fiquei preocupado com a segurança dele, já que podiam atacá-lo. Ajoelhei-me e orei pela segurança de Mihiret e de sua família. Não consegui dormir depois daquele telefonema.
Livramento
“Pela manhã, Mihiret telefonou de novo e deu graças a Deus. Foi um enorme alívio ouvi-lo dizer que estava seguro. Ele me contou que, assim que oramos juntos, caiu uma enorme chuva na vila, acompanhada de um vento fortíssimo. A chuva e o vento permaneceram por mais tempo do que o normal. Consideramos isso uma intervenção divina. Foi inesperado. A chuva forçou as pessoas a ir embora e buscar abrigo”, o coordenador compartilhou.
Mihiret  contou que desde então, os aldeões o chamam de “o mágico”. “A vila toda estava preocupada com a falta de chuva naquele mês. Mas, de repente, a chuva veio para dispersar meus inimigos. Foi intervenção de Deus”, compartilhou.
Ele continua: “Não vou parar de ser testemunha de Cristo. Não devo poupar minha vida neste mundo. Costumava ter de tudo, mas não tinha paz de mente e coração. Só consegui isso em Cristo. Fui quase morto por pessoas que se opõem a minha fé nele. Mas sobrevivi…  Não tenho vida fora de Cristo. Não vou hesitar em morrer no ministério, se essa for a vontade de Deus e se for necessário.”
Mihiret treina atualmente mais de 20 novos convertidos.
Pedidos de oração:
• Interceda pela Igreja no Estado de Amhara. Que Deus ajude esses irmãos a suportar o sofrimento e a perseguição para a glória dele.
• Ore por Mihiret e sua família, que sofre oposição da comunidade onde vivem. Peça a proteção de Deus sobre eles. Que Mihiret dependa da sabedoria e direção de Deus para conduzir seu ministério.

Jesus, o poeta.


Ser poeta é ser romântico
E ser romântico é correr riscos
Principalmente de se decepcionar.

Correr riscos de depositar todas as forças
E ver que para nada serviu,
E passar a chorar.

Ser romântico é ser poeta.
Saber que a dor será diária
E mesmo assim continuar a amar.

Chorar é admitir a poesia,
Que existe em cada átomo do universo.
É transcender em um romance a existência.

Meu Deus romântico
Pois me seduz na poesia da Criação
E no por mim lágrimas derramar!

Anzóis da Graça


O mundo busca alguém para olhar
Alguém que lhe possa dar respostas
Uma pessoa em quem se espelhar.

Alguns já estão cansados de arriscar
Pois muitos homens já seguiram
E cansaram de falhar.

Mas esquecem de olhar para o Mestre
Esquecem-se de por Ele se apaixonar.
Criam fantasias excêntricas
De que pode um homem não errar.

Tentam criar heróis
Quando só Um basta.
Graças a Deus que existem anzóis
Que pendem do trono da Graça.

Para pescar estes tolos humanos
Que se esquecem de Deus
E viciam-se em seus próprios planos.

Humanidade que se corrói
E confiando em si mesma
Sem dó se destrói.

Morrem tentando viver melhor
Correm tanto
Que se afogam no próprio suor.

Que possamos deixar essa corda nos puxar
E Jesus Cristo ao céu
Possa nos levar.

Divórcio instantâneo a um passo da aprovação


Anápolis, 22 de dezembro de 2009.
(PEC 28/2009 é aprovada em primeiro turno pelo plenário do Senado)
O matrimônio e sua função social
Segundo os modernos civilistas, estamos presenciando a hora e a vez da função social do contrato. Está ultrapassada, dizem, a época em que o brocardo “o pacto faz lei entre as partes” era aplicado de maneira absoluta. A nulidade ou anulabilidade de acordos cujas cláusulas oprimam os trabalhadores ou lesem os consumidores foi declarada respectivamente, pela Consolidação das Leis do Trabalho e pelo Código de Defesa do Consumidor. Agora, o Código Civil de 2002 dispõe expressamente em seu artigo 421:
A liberdade de contratar será exercida em razão e nos limites da função social do contrato”.
Longe, portanto, qualquer idéia individualista no direito contratual.
A liberdade das partes é tão menor quanto mais relevante for o papel social desempenhado pelo contrato. Ora, “a família, base da sociedade, tem proteção especial do Estado” (art. 226, caput, CF).
Não se pode admitir que o casamento, contrato que dá origem à família, seja tratado como um simples contrato de compra e venda, mútuo, comodato ou aluguel. A relevância social do casamento é tamanha que ele é um contrato “sui generis”, no qual tem que haver grandes restrições à autonomia da vontade dos contraentes.
O caráter especialíssimo do contrato matrimonial está no amor que o fundamenta. Enquanto nos contratos de caráter patrimonial, há uma busca recíproca de vantagens delimitada pelas regras da justiça, no matrimônio os nubentes buscam, antes e acima de tudo, não o próprio bem, mas o bem do outro, e ambos o bem da prole. Trata-se de um compromisso de autodoação total e recíproca, cuja autenticidade exige a fidelidade e a perpetuidade e a abertura à fecundidade.
A família, enquanto célula que compõe o tecido social, não pode ser desfeita pelo simples arbítrio dos cônjuges. Enquanto núcleo onde é gerada e educada a vida humana, ela não pode ser dissolvida simplesmente por alegação de que os cônjuges “cometeram um erro” e querem tentar outra vez “ser felizes” com novas núpcias. O interesse público sobreleva de longe os desejos das partes. Por esse motivo, até bem pouco tempo, o direito brasileiro dispunha que “o casamento é indissolúvel” (art. 175, § 1º, Constituição 1967/69).
O primeiro grande golpe que sofreu a família brasileira, em homenagem ao egoísmo humano, foi a introdução do divórcio mediante a Emenda Constitucional n.° 8, de 14 de abril de 1977 e a Lei do Divórcio (Lei 6515/77). Os divorcistas começaram timidamente, para só depois avançarem com mais atrevimento. O divórcio só poderia ser concedido se fosse precedido de três anos (art. 25, LD) de separação judicial, um novo nome para o antigo desquite (art. 39, LD). Como disposição transitória, admitia-se o divórcio dos cônjuges que estivessem de fato, na data da Emenda, separados por cinco anos (art. 40, LD). Em qualquer hipótese, o divórcio só poderia ser concedido uma única vez (art. 38, LD).
A Constituição Federal de 1988 reduziu de três para um ano o prazo de separação judicial antecedente ao divórcio, e de cinco para dois anos o prazo de separação de fato antecedente ao divórcio (cf. art. 226, § 6º, CF). A Lei 7.841, de 17 de outubro de1989, além de modificar a Lei do Divórcio de forma a torná-la compatível com o artigo 226, §6º da nova Constituição, revogou o artigo 38, LD, que só admitia um único divórcio.


A PEC do divórcio instantâneo
Finalmente em 15 de junho de 2005, foi apresentada pelo deputado federal Antônio Carlos Biscaia (PT/RJ) e outros a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) n.° 413/2005, pretendendo acabar com a figura da separação judicial e facilitando ao máximo o divórcio pela simples deliberação dos cônjuges. A proposta foi aprovada pela Câmara dando ao artigo 226, § 6º da Constituição a seguinte redação: “O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio”. Excluiu-se assim qualquer tempo de separação prévia para que um casal possa divorciar-se.
Ao chegar ao Senado, a proposta, agora chamada PEC 28/2009, foi encaminhada à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), a qual aprovou o parecer favorável do relator senador Demóstenes Torres (DEM/GO) em 24/06/2009. Submetida ao plenário, a PEC do divórcio instantâneo foi aprovada em primeiro turno em 02/12/2009 por 54 votos SIM, 3 votos NÃO e 2 abstenções, totalizando 59 votos. Os outros 22 senadores estiveram ausentes.
Vale lembrar que essa PEC foi proposta por sugestão do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), considerando-a “uma revolução paradigmática no Direito de Família. O IBDFAM também defende o “casamento” de pessoas do mesmo sexo.
Falta apenas a votação em segundo turno, que pode ocorrer a qualquer momento.
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