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28/03/2011

Oração pela África

Olá queridos irmãos.  Bom dia.  Paz.
 
Quero só pedir aos irmãos para orarem por mim esta semana.  Estamos a caminho de Uganda, para mais um seminário para os lideres locais. Queremos ministrar sobre Joao 15, onde Jesus Cristo envia os discípulos para irem e produzirem frutos que permanecem.
 
Tenho estado debaixo de muitos ataques nestes últimos dias e PRECISO das vossas orações.
 
Muito obrigado por tudo.  Bom poder contar com vocês.
Deus abençoe vocês em tudo.   Tenham uma ótima semana.
 
Silmar Wilbert

26/10/2010

Ajude o Paquistão!

As enchentes no Paquistão afetaram 14 milhões de pessoas, deixando mais de 1.600 mortos – e os números não param de subir.
A Igreja tem presença significativa em três áreas afetadas pelas enchentes: Pakhtunkhwa, sul de Punjab e Sindh. Há cerca de 1.500 famílias cristãs nesse território.
O objetivo da Portas Abertas é providenciar ajuda emergencial a curto prazo a fim de fortalecer a Igreja em longo prazo. Portanto, uma equipe irá às áreas afetadas para suprir as necessidades básicas dos cristãos, demonstrando-lhes o amor de Cristo por meio de visita, atendimento médico e discipulado.
Foi estimado um custo de R$ 312,58* para amparar uma família de 6 pessoas durante um mês. O objetivo da Portas Abertas Internacional é sustentar as 1.500 famílias da região durante três meses (de setembro a novembro). * Cotação do dólar a R$ 1,76.
Os parágrafos acima vem do site do Portas Abertas, porém agora digo eu: AJUDE, OFERTE! Os links abaixo abrem abas do site da Missão Portas Abertas, clieque seguro!

Doe agora!

21/10/2010

Debate sobre PL 122 com Silas Malafaia na Rádio Globo.

Hoje 21/10/10 o Pr. Silas Malafaia participou de um programa na rádio Globo do RJ onde debateu com um líder do movimento homossexual sobre a PL 122., chamada por uns lei da homofobia, por outros, lei da moraça. Consegui gravar quase todo o programa. Faltou apenas o começo. Por isso a sequencia para ouvir/baixar é 2,3,4.



20/10/2010

O desmantelar da sociedade

Nesta segunda-feira, estava em viagem e dentro do ônibus sintonizem em uma rádio onde acontecia um debate. Falavam que no estado de São Paulo, desde que aprovada uma lei que agilizou os processos de divórcio, o número destes aumentara em 149% no dito estado. A polêmica era a seguinte: Isto é bom ou ruim?
Em torno de 77% dos ouvintes afirmava coisas do tipo: “Isto é muito bom, afinal, se é fácil casar tem que ser fácil descasar”. “É bom, para que continuar junto se não tem mais nada a ver com o outro?” “Casamos por causa de emoção e quando esta termina então precisamos divorciar e é bom que seja rápido e fácil”. Jesus amado tem misericórdia!
Ouso a dizer que hoje mais da metade dos jovens até 18 anos são filhos de pais separados e nunca se viu uma geração tão viciada e sem perspectiva de futuro! Não quero aqui estigmatizar os filhos de pais divorciados. São pessoas dignas e capazes como qualquer outro, porém carregam em si sequelas causadas pela dor! Por mais que neguem, carregam!
A separação deixa uma ferida enorme no coração dos que separam, como também um buraco no coração dos filhos. E olha que aqui nem estou entrando nas questões cristãs! Também não quero questionar a lei, quero questionar o rumo que nossa sociedade está tomando!
Aumento no número de divórcios, políticos voltando ao pão e circo (estádios de futebol e ‘bolsas’) e um crescimento assustador no número de viciados. Sem falar, por exemplo, na sexualização precoce. Vá até uma escola e pergunte as crianças quantos nunca beijaram, depois, quantos são virgens. Você ficará espantado com as respostas! Agora querem que perder a virgindade na adolescência seja normal e que seja chique mãe e filha conversarem sobre seus ‘namoridos’. Há muito já se tornou normal pais levarem seus filhos em prostíbulos! Isso é o cúmulo, onde vamos parar desse jeito?
Deus sendo Pai, Filho e Espírito Santo criou o homem um ser familiar, com pai, mãe e filhos. Ele nos criou seres comunitários e instituiu a família como base para a sociedade. Destruindo a família estamos arrancando os pilares da sociedade e semeando a ruína completa da humanidade.
Deus criou homem e mulher e ordenou que estes se multiplicassem. Assim é a família. Não criou família de outra maneira e do modo como criou, criou para que refletisse sua glória.
Não podemos deixar a sociedade se diluir. Precisamos restaurar as famílias!

13/10/2010

Caique de Oliveira - Jeová Nissi

O ministério Jeová Nissi lançou recentemente o DVD do testemunho de Caíque Oliveira, líder do ministério.
Caíque tem trinta e dois anos, foi abusado quando criança e viveu uma vida de prostituição e homossexualidade.
O Jeová Nissi já lançou outros DVDs impactantes, mas em relação ao de seu testemunho, Caíque nunca escondeu o receio e o quanto relutou até produzi-lo.
Em entrevista ao GUIA-ME, Caíque Oliveira revelou o porquê desse receio e fez alguns alertas a líderes sobre a polêmica questão da homossexualidade.
"O meu receio é o seguinte: primeiro que por muitos anos as pessoas usaram seu ministério 'ex-traficante, ex-prostituta, ex-gay' como uma isca para atrair as pessoas, por isso eu relutei, e outra pelo peso, porque a Bíblia diz: 'aquele que está de pé, cuida para que não caia', então, quanto mais coisa Deus dá para a gente fazer, mais medo eu tenho, no bom sentido", afirma.
"Estou lançando um DVD, vários homossexuais vão ver. E se eu não vigiar e cair algum dia? É o nome de Jesus que a gente acaba envergonhando. A Bíblia fala que Aquele que começou a boa obra em nossa vida é fiel para ir até o fim, quer dizer que eu estou no processo e estou renunciando à minha carne todos os dias", relata Caíque.
Atentos a possíveis manifestações, o ministério inseriu, no verso da capa do DVD, uma mensagem avisando que ele não é um ato discriminatório.
"As retaliações virão e em um momento como esse, em que se discute tanto sobre homossexualidade no país, igrejas homossexuais e discriminação, eu tentei tomar o máximo de cuidado, porque eu não sou contra homossexuais, tenho amigos que são homossexuais. A gente é contra o pecado e tive que tomar o máximo de cuidado para não ferir ninguém, mas eu falo que estou contando minha história e o que Deus fez na minha vida", afirma Caíque.
O líder do ministério relatou que tem muito carinho por alguns homossexuais cheios de qualidade que conhece. "Eu tento passar no DVD, que o lance é que você não tem que ir pra Jesus para deixar de ser gay, você tem que ir para Jesus, porque quer amá-lo acima de todas as coisas. Deus não está preocupado com a sexualidade, Ele está preocupado com a santidade. Se o cara entrar por esse caminho, pela vida de santidade, o resto Deus convence", lembra.
A peça mais conhecida do Jeová Nissi é "O Jardim do Inimigo", e o sucesso do enredo originou uma versão para as crianças, "O Jardim do Inimigo Infantil". Um dos temas abordados no DVD é a sexualidade. O GUIA-ME perguntou ao Caíque se ele considera o tema um tabu na Igreja. A resposta? "Tabú total".
"Se alguém falasse pra mim, quando eu tinha oito anos, 'isso não é de Deus, isso não é bom para você', eu acredito que muita coisa seria diferente na minha vida... Eu tinha doze anos e estava em dúvida, porque eu não tinha o amor do meu pai em casa. Como ninguém nunca chegou para mim e falou nada, então pensava 'isso é bom porque os homens me dão carinho, o mundo me dá carinho e eu vou pra lá”, relata.
Segundo Caíque, a Igreja precisa entender que é necessário agir com mais clareza em determinadas situações porque o problema pode estar lá dentro também.
"Eu chego em igreja e vejo menino de quatro anos cheio de trejeito, aí os irmãos ficam falando pelas costas 'ih, o filho de fulano é meio estranho' e isso não adianta. Eu chego, agacho com a criança e falo 'zoam com você, falam que você é mariquinha, não é?' e eles começam a chorar, aí eu conto a minha história, de igual pra igual – mesmo ele tendo quatro ou cinco anos e eu trinta e dois, e percebo que isso era tudo que eles precisavam. Eu fui abusado com essa idade e ninguém falou que não podia, então quando eu chego e falo pra eles 'não deixa nenhum homem te tocar', eles ficam espertos", explica.
Ao citar o posicionamento de pastores e líderes, Caíque afirma que é necessário um despertar, assim como é necessário entender a diferença de acusar e dialogar.
"Já ouvi um monte de pastores dizendo assim: 'Caíque, eu sei que tem jovem na minha igreja passando por isso, mas eu tenho vergonha de falar'. O jovem só está esperando alguém vir e falar 'e aí, você está bem?' para desabafar... É pecado e luta do mesmo jeito, você não precisa entender da homossexualidade para falar sobre isso, você só precisa entender do amor de Deus, que é o que o 'cara' precisa", completa.
Por Juliana Simioni
Fonte: GUIA-ME

09/10/2010

Halloween - Diga não ao Inferno!

 Texto simples e rápido do Pr. Carlos Otávio Scheidt sobre o Halloween.
As crianças e os adolescentes são o alvo predileto de Satanás, que usa as mais variadas estratégias para enredá-los: músicas, jogos, brinquedos, filmes, ensinos e até festas. Em outubro o assunto é o HALLOWEEN.
O Halloween, a festa das bruxas, já invadiu o nosso país. Muitos aniversários de crianças, nesta ocasião, tem como motivo este tema. Nas lojas em geral, se encontra de tudo para a comemoração desta festa.Nas ruas, em toda parte se vê crianças fantasiadas. Nas escolas, e até escolas de confissão evangélica, as crianças e os adolescentes são levados a fazer pesquisas sobre o assunto, a título de conhecimento “folclórico”, ou, então, como pretexto pedagógico.
Mas, você sabe o significado e como tudo começou? Foi através de uma lenda de origem celta que dizia que neste dia (31/10) os mortos voltariam a Terra para se aposar dos corpos vivos. Para afastar esses espíritos os moradores colocavam objetos macabros em suas portas para espantar e afastar esses mortos.
Na Europa, mais especificamente na Idade Média, esta festa foi condenada por ser considerada pagã passando a ser chamada de dia das bruxas. A inquisição foi bem rígida e quem desrespeitasse era condenado à fogueira.
Com o tempo a igreja cristianizou a festa criando o dia de Finados – comemorado no dia 02 de novembro. O intuito era diminuir ou exterminar a influencia pagã na Europa Medieval.
Nós, cristãos, não participamos nem aceitamos este tipo de influência.
Ninguém, pela nossa constituição, é obrigado a participar destas comemorações, muito menos nas escolas como querem os professores. Diga não ao satanismo, diga não ao que surge para desafiar o cristianismo e a nossa fé. Fique longe desta festa malígna.

Pr. Otávio

Para saber mais, baixe ESTE ARQUIVO em ppt que explica detalhadamente como esta festa chegou ao Brasil e sua relação com o satanismo. BAIXE AQUI.

07/10/2010

Estatismo Sexual

Feminismo: o fim dos homens é a consequência da mais profunda tendência na vida pública de hoje: a sexualização da política e a politização do sexo.


Em "O Fim dos Homens", a matéria de capa da edição de julho/agosto da revista Atlantic, Hanna Rosin descreve "como as mulheres estão tomando o controle de tudo." Sugerindo que "a economia da nova era está melhor adequada às mulheres," Rosin acredita que o belo sexo está vencendo a luta pela sobrevivência dos mais fortes. No que aparentemente é causa para celebração, ela escreve que "três quartos dos 8 milhões de empregos perdidos foram perdidos por homens" na atual Grande Recessão. "Os setores mais atingidos foram majoritariamente masculinos e profundamente identificados com a figura do macho: construção, indústria, alta finança." Ela sustenta que a crise econômica "simplesmente revelou - e acelerou - uma profunda alteração econômica que está ocorrendo há pelo menos 30 anos."
A Atlantic usou o mesmo tema para indagar: "Os Pais São Necessários?" Pamela Paul cita um estudo amplamente divulgado que tem a pretensão de provar que os pais são prejudiciais na criação dos filhos e que as lésbicas fazem isto melhor. O estudo é política camuflada como ciência social - seus autores reconhecem que as virtudes dos pais que eles celebram estão definidos "em parte a serviço de uma ideologia igualitária." A mensagem deles faz eco à de Rosin: dentro de casa, como na economia nacional, os homens não são confiáveis, na melhor das hipóteses, e doentios, na pior. A Atlantic nos garante que o declínio dos homens é o produto de forças impessoais contra as quais somos incapazes de reagir, mesmo se desejarmos - o que, aparentemente, não desejamos.
Rosin, cujo ensaio é o número 1 da lista de "Maiores Idéias do Ano", certamente identifica uma tendência importante. Mas o fenômeno que ela descreve é o resultado, não de forças sociais inexoráveis, mas de decisões políticas conscientes. O fim dos homens é a consequência da mais profunda tendência na vida pública de hoje: a sexualização da política e a politização do sexo.

O surgimento da política sexual suscitou surpreendentemente pouco tratamento crítico. Entretanto, ela representa a mudança mais radical na natureza do governo nos tempos modernos. Os efeitos econômicos são apenas sintomas. De muito mais amplo alcance são as vastas alterações no poder local em todos os níveis. A ideologia feminista permeia todos os ítens da agenda pública: não só as "questões femininas", como o aborto, mas tudo, do controle de armas (pense na "Marcha do Milhão de Mães") e leis contra dirigir embriagado (Mães contra o Álcool ao Volante), à política externa (Código Rosa). "São as mulheres que mais têm a ganhar e mais a perder com a crise climática,"afirmou a presidente do Congresso Nancy Pelosi durante a Conferência de Copenhague. "Os impactos não são neutros do ponto de vista de gênero... As mulheres são as primeiras a sentir as consequências." Nenhum tema da vida pública deixou de ser "generalizado."

A transformação da sociedade empreendida pela política sexual é mais imediatamente visível onde Rosin começa seu artigo: com o que ela chama de "o matriarcado" das áreas pobres das grandes cidades. As políticas governamentais produziram esse matriarcado: os homens que estão "cada vez mais ausentes do lar," como Rosin escreve, foram removidos por agências da assistência social e pelos tribunais. As mulheres estão "tomando todas as decisões" nos domicílios dos bairros pobres, porque os homens foram expulsos e o governo usurpou o papel do pai e do marido, fornecendo proteção e renda diretamente às mulheres e às crianças. Isso produz, nas cidades dos EUA, não uma "classe trabalhadora," na definição de Rosin, mas uma classe de dependentes do governo cujo sistema de vida foi projetado por autoridades estatais.

O matriarcado de Rosin se dissemina na mesma proporção do número de mães solteiras, o qual se espalha das classes baixas para as classes médias - entre as quais é onde mais cresce. Nos subúrbios, como nas cidades, a condição de mãe solteira é promovida pela máquina do governo, originalmente justificada como ajuda aos pobres: serviços de creche, assistência aos idosos, educação pública e sistema de saúde controlado pelo estado.

Rosin observa com perspicácia que "a economia dos Estados Unidos está se tornando, sob certos aspectos, uma irmandade em trânsito: as mulheres da classe alta abandonam o lar para entrar na força de trabalho, criando empregos domésticos para outras mulheres preencherem." Essa é uma bolha econômica sobre a qual G.K. Chesterton há muito alertou. "O todo repousa, na verdade, sobre a ilusão plutocrática de um suprimento infinito de servos," ele escreveu. "No fundo, estamos defendendo que uma mulher não deveria ser uma mãe para o próprio bebê, mas uma babá para o bebê de outra. Mas isso não pode funcionar, nem no papel. Não podemos todos viver de lavar roupa uns para os outros, especialmente na forma de aventais."

Como as recentes bolhas bancária e imobiliária, essa é uma criação da regulação estatal. Ela revela a trajetória da nova política sexual: não em direção à eliminação dos papéis de gêneros - que o Estado assistencialista [que quer prover tudo para todos] não realizou e nunca vai poder realizar - mas em direção à politização e burocratização dos papéis femininos.

Embora as feministas da elite tenham, de fato, assumido ocupações anteriormente masculinas, muito mais mulheres entraram na força de trabalho em versões profissionalizadas dos papéis domésticos tradicionais. Isso transformou a criação dos filhos e outras tarefas domésticas, de assuntos privados familiares, em atividades públicas, comunais, e taxáveis, expandindo necessariamente o tamanho e o poder do Estado e levando à criação de vastas burocracias para supervisionar a educação pública e os serviços sociais.

Essas são exatamente as profissões agora sendo expandidas pelos gastos dos pacotes enormes de assistência econômica do governo de Obama. O efeito é ampliar a intrusão do Estado nos lares - na verdade, a substituição do lar pelo Estado, pois, como as feministas apontam, as funções femininas eram tradicionalmente privadas. A profissionalização dos papéis femininos significou, portanto, a institucionalização, nas burocracias governamentais, de responsabilidades que um dia foram características da vida privada. A politização das crianças e a usurpação dos direitos dos pais, sob o disfarce de proteção à criança, são as manifestações mais claras disto.

Os pais foram marginalizados, e a vida deles está se tornando cada vez mais diretamente adiministrada pelo Estado. Eles não são simplesmente "ausentes," como Rosin escreve - eles estão, cada vez mais provavelmente, sob o controle dos sistemas judicial e penal. O artigo de Rosin fornece um exemplo instrutivo de uma forma particularmente estatal-feminista de punição agora distribuída entre os homens: a terapia.

Nenhum dos aproximadamente 30 homens sentados em uma sala de aula no centro de Kansas City vieram para um aprimoramento adulto voluntário. Não tendo conseguido pagar a pensão alimentícia, eles receberam do juiz a escolha entre ir para a cadeia ou frequentar uma aula semanal de paternidade... A aula desta semana... envolveu a redação de uma carta a uma hipotética filha afastada de 14 anos chamada Crystal, cujo pai a abandonou...

O que fica claro, a partir do relado de Rosin, é que a terapia, como o sistema penal, foi planejada menos para punir o suposto crime do que para recondicionar psicologicamente os homens. O líder da classe

cresceu assistindo Bill Cosby vivendo atrás de sua metafórica "cerca de estacas brancas." "Bem, aquele cheque voltou há muito tempo," ele diz... Ele continua, lendo uma folha com instruções. Quais são os quatro tipos de autoridades paternas? Moral, emocional, social e física. "Mas você não tem nenhuma delas naquela casa. Tudo o que você é é um contracheque; e agora você não tem nem isso. E se você tenta exercer sua autoridade, ela liga pro 911 [emergência policial]... Você devia ser a autoridade, e ela diz, "Cai fora da casa, veado." Ela te chama de "veado"!... Qual é o nosso papel? Todo mundo diz pra gente que a gente tem de ser o chefe da família nuclear, então você se sente como se você tivesse sido roubado." ...Ele escreve no quadro: $85,000. "Esse é o salário dela." Então: $12,000. "Esse é o seu salário... Quem é o homem agora?" Começa um burburinho. "Isso mesmo. Ela é o homem.

"Isso não é o cumprimento da lei. Isso é doutrinação governamental.

Rosin omite a menção de que nenhum dos homens em Kansas City foi condenado por qualquer crime. Eles não entraram em conflito com a polícia, os advogados de acusação e os jurados através do processo normal da justiça criminal. Ao invés disso, eles estão submetidos a autoridades de um Estado assistencialista que exerce poderes semi-policiais e semi-persecutórios. Eles são trazidos - no que é às vezes descrito como um "processo judicial despachado" - diante de um juiz (ou um advogado de toga preta conhecido como "juíz suplente") que pode gastar alguns segundos espiando alguns documentos antes de entrar nas ordens para expulsá-los de suas casas, separá-los de seus filhos, confiscar seus ordenados, e sentenciá-los à reeducação ou encarceramento, tudo sem o benefício do devido processo.

O procurador Jed Abraham chama de "orwelliano" esse sistema de adjudicação burocrática: "Para [fazer valer] o apoio à infância, o governo estabelece... um verdadeiro gulag," escreve ele no livro From Courtship to Courtroom [Da Corte Amorosa à Corte de Justiça]. Bryce Christensen, da Universidade do Sul de Utah, concorda: "Os que advogam medidas cada vez mais agressivas para angariar apoio à infância... nos levaram a um passo mais perto de um Estado policial."

A prevenção do crime e dos maus-tratos não é, evidentemente, a verdadeira causa da ideologia estatal-feminista: em seu coração, ela é redistribuição econômica e poder político. Perto do fim de seu artigo, Rosin observa, de forma bastante aprovadora, que "a violência cometida por mulheres de meia-idade disparou." Isso é encarado como um sinal de que "quanto mais as mulheres dominam, mais elas se comportam, adequadamente, como o sexo forte."

Rosin refere-se a um vídeo ultra-violento de Lady Gaga que "reescreve Thelma e Louise como uma história, não sobre um novo e evasivo poder feminino, mas sobre um poder absoluto e impiedoso... Ela e sua amiga matam um namorado ruim e vitimam outros a esmo em um surto homicida e aí escapam em sua caminhonete amarela, com Gaga se gabando, "Conseguimos, Honey B." Rosin e seus aliados são mais sutis - e, o que é mais importante, têm mais poder coercitivo estatal à sua disposição - mas a fanfarronice soa espantosamente familiar.


Stephen Baskerville é professor adjunto de Ciências Políticas na Patrick Henry College e autor de Taken into Custody: The War Against Fatherhood, Marriage, and the Family [Sob Voz de Prisão: A Guerra Contra a Paternidade, o Casamento e a Família].

Traduçao e links de João Carlos de Almeida, do blog DEXTRA.

Artigo original AQUI.

02/10/2010

Acessem a PNDH-3

Ontem a noite, acabei encontrando a PNDH-3 na íntegra. Clique AQUI e faça o download. Tire suas próprias conclusões. É muito pior do que eu imaginava!

24/08/2010

1º Encontro Nacional do Gospel Parkour

A paz do Senhor. Sou o Ob. Samuel, de São Lourenço – MG, líder e fundador do ministério evangelístico Gospel Parkour. Dos dias 3 ao dia 7 de Setembro de 2010 estaremos realizando em minha cidade (São Lourenço – MG) o 1º Encontro Nacional do Gospel Parkour que contará com a participação de jovens do Acre, Amazonas, Ceará, Rio de Janeiro, São Paulo, Piauí e outros estados. Este evento será inédito no meio evangélico, e nessa data será também gravado o primeiro DVD do Gospel Parkour que conterá cenas de parkour e freerunning com testemunhos de vida de cada um dos integrantes presentes no evento. Disponibilizaremos hotel e alimentação de graça para os que se inscreverem pro encontro (você pode se inscrever acessando: www.bit.ly/Encontro_GP).
Para que nosso Encontro seja tão bom quanto esperamos precisamos bancar todas as despesas, e por isso gostaríamos de pedir para todos os que sentirem desejo no coração de abençoar esses jovens que estarão fazendo a obra de Deus pelas ruas, depositarem QUALQUER VALOR em nossa conta bancária. Todos que ajudarem estaremos colocando o nome nos agradecimentos de nosso DVD e em nosso site para que você veja que realmente é importante!
SAIBA QUE VOCÊ NÃO ESTÁ FAZENDO UMA SIMPLES DOAÇÃO, MAS SIM UM INVESTIMENTO!
Caixa Econômica Federal
Ag.: 0152 / Op.: 013
Cp: 11451-0
Denis Caetano Lopes

21/08/2010

Brasil Bolivariano

Como disse na postagem anterior, não luto por ‘sistemas’, luto por justiça. Posto aqui um vídeo muito interessante falando sobre os riscos da PNDH-3 que pode mudar completamente o Brasil assemelhando-o (no que se refere a direitos e deveres do cidadã0 e governo) a países como Venezuela e Cuba.  Preste muita atenção neste vídeo e procure mais informações... Depois, deixe aqui seu comentário.

19/07/2010

Bruno e Jorge Linhares.

Durante a ExpoBetim Cristã, que terminou neste domingo, o pastor Jorge Linhares, da Igreja Batista Getsemani, durante sua pregação no dia 10, lembrou que Bruno fugiu do batismo em sua igreja diversas vezes. O conferencista disse que Bruno pediu uma visita do líder agora que está preso. Assim que subiu ao palco o autor ministrou sobre oportunidades e relembrou do caso do ex-goleiro que acusado de matar a ex-namorada Eliza Samudio. Linhares disse que quando Bruno era pequeno, o via na Igreja e na época, o jogador mineiro era uma criança inocente. “Certo dia, Bruno me apareceu na Igreja com o cabelo pintado de vermelho com amarelo, e foi lá me cumprimentar. Eu disse: Pra que isso Bruno? Ele me respondeu: Sabe como é pastor, as meninas hoje em dia. Mesmo assim eu insisti e disse: Ei, Bruno vamos batizar, olhe só, todos os seus amigos indo e só você vai ficar aqui? E ele mais uma vez me dizia: Não pastor, deixa para próxima. E assim foi durante muito tempo”, expressou.
Jorge Linhares disse que a última vez que viu Bruno foi no Rio de Janeiro quando ele e outros jogadores participavam de uma festa com muita bebida. “Eu olhei para ele e disse: Bruno, na vida existem poucas oportunidades, aproveite enquanto há tempo”, citou.
O pastor terminou afirmando que os delegados o procuraram falando que Bruno está pedindo uma visita e que quando for autorizado assim fará. “Não pense que eu vou abandoná-lo. Assim que eu for autorizado eu vou lá, sabe por quê? Deus odeia o pecado, mas ama o pecador”, encerrou.
Fonte: PADOM

10/07/2010

Missão no Uruguai


Por: Eduardo Carpenter
Amados amigos, irmãos e parceiros na missão. Saudações em Cristo! 
Depois de algum tempo sem escrever sobre o Projeto Montevideo, gostaria de relatar algumas novidades sobre o nosso trabalho durante os primeiros meses de 2010. No seminário, na igreja que apoiamos e nossa missão junto aos jovens em situação de risco social, além da evangelização  de pessoas das quais temos nos aproximado, em todas as áreas ocorreram um aumento significativo de trabalho.
De segunda a quarta-feira me dedico, quase que exclusivamente as atividades do seminário (www.seminariobiblico.com) . Atualmente dou aulas em três diferentes centros de estudo, todos longe de Montevideo. O mais perto fica a 30 Km e o mais longe, em Maldonado, dista 120 Km. A locomoção é feita de ônibus,  o que requer algumas horas de antecedência para sair de casa. O frio já faz parte do cotidiano e não atrapalha muito, a não ser quando chove, por que frio e chuva definitivamente não combinam!
Tivemos alguns problemas nesse semestre em relação a nossa internet. O aparelho pifou, mas o Senhor encontrou um coração generoso de um irmão querido, disposto a fazer o bem e o problema foi resolvido. Isso porque nosso orçamento é bem limitado e não existe lugar para despesas extras.
No Uruguay a evangelização não é como no Brasil. Para levar uma pessoa a igreja é necessário desenvolver uma amizade baseada no testemunho e na confiança. Temos trabalhado com algumas pessoas pontualmente, e já conseguimos desenvolver a necessária confiança para convidá-las para a igreja. Levamos sempre a igreja mais perto da casa da pessoa, com objetivo de que a mesma permaneça frequentando e ingresse imediatamente no discipulado.
Falando em discipulado, nosso objetivo principal é o de desenvolver ferramentas para o treinamento e aperfeiçoamento da evangelização dentro da cultura uruguaya. Vivemos num país espírita e umbandista, socialista e humanista e pseudolaico, ou seja, as barreiras espirituais são enormes. A igreja precisa ser treinada! Já existe um grande esforço para plantação de igrejas por gente formada aqui, mas as condições econômicas não permitem ainda, um grande avanço nessa área. Pessoalmente creio que esse é o momento do treinamento, do ajuste, do desenvolvimento e crescimento espiritual de cada crente, líder ou pastor.
Além das atividades que já se tornaram parte da agenda, estamos desenvolvendo dois novos projetos. O primeiro com a Rita, minha esposa e se chama MADRES DE ORACIÓN, baseado no Desperta Débora do Brasil. Estamos no começo mas o despertamento tem nos surpreendido. Várias pessoas estão nos procurando para fazer parte do Projeto, que já possui núcleos em algumas igrejas. O segundo trata-se de um jornal, com tiragem de 20.000, para evangelizar, despertar e comunicar. O jornal custa muito caro e ainda estamos buscando parceiros. Na verdade precisamos pagar apenas o primeiro número, para o segundo número já teremos patrocinadores aqui, além é claro, de outros irmãos aí do Brasil, que já se comprometeram a continuar  ofertando.
Seguimos firmes na missão para qual fomos chamados. Pedimos oração a todos que nos amam e nos apóiam. Sua participação nesse projeto é fundamental! Continue conosco. Por favor, se puderem, telefonem para nós 00 21 598 2 200 32 10.
Talvez você não tenha a noção do impacto positivo que recebemos quando alguém do Brasil nos telefona.
MOTIVOS DE ORAÇÃO
Ore por Maria Eduarda, nossa filha, pedindo saúde e ânimo para enfrentar o inverno.
Ore por Rita. Uma guerreira de oração, ao meu lado sempre, para que o Senhor a sustente em relação ao seu ministério e nas tarefas domésticas.
Ore por mim. Necessito da Graça que renova as forças para continuar crendo no propóstio de Deus para essa geração de crentes no Uruguay.

Se Você Deseja Contribuir Financeiramente Com O Nosso Ministério, deposite para:


Eduardo Luiz Carpenter
Caixa Econômica Federal
Agencia 0174
Operação 013
Poupança 00669687-1

Rita De Cássia Ferreira Carpenter
Banco Santander
Agência 1432
Poupança 60003989-1

02/07/2010

Novidades da África - II

Olá queridos irmãos, boa noite. PAZ!
Quero lhes agradecer pelas orações em nosso favor durante esta viagem ate a Namíbia. Tivemos um tempo muito especial como pai e filho. Dereck e eu podemos trocar algumas ideias e também compartilhar e abrir o coração um para o outro durante a viagem. Na favela do DRC em Swakopmund, alugamos um trampolim para as mais de duzentas crianças poderem se divertir um pouco e também terem um cachorro quente. No evangelismo entregamos o restante das Bíblias que nos foram doadas para este fim.
Depois fomos ate a tribo dos Kwangalis, onde entregamos o restante do material para o termino da construção. Fizemos um culto de Ações de Graças pelo telhado e na Segunda Feira começamos a colocação do mesmo. O Dereck pode aprender a lavrar com os bois e também deixamos mais sementes para eles poderem semear no final do mês de Agosto.
Agora estamos em casa, pois amanha dia 02 de Julho teremos o jogo do Brasil pela Copa do Mundo. Recebemos hoje irmãos e amigos que estão chegando para este jogo e também estamos tendo o privilegio de servir e ajudar os irmãos, na tradução. Já tivemos aqui em casa a visita do irmão Taffarel, ex- goleiro da seleção e de outros irmãos preciosos. 
Depois escrevo mais. MUITISSIMO OBRIGADO por tudo.  Vocês são uma grande benção para nos.  Amamos vocês. 
Silmar e Ana Rute Wilbert

14/06/2010

Aborto "Legal"?

Segunda-feira, 14 de Junho de 2010. Hoje faz 4235 dias que o ex-Ministro José Serra assinou a Norma Técnica do Aborto em 9 de novembro de 1998. Hoje faz 2007 dias que o ex-Ministro Humberto Costa divulgou mais uma Norma Técnica do Aborto em 15 de dezembro de 2004. Hoje faz 1908 dias dias que o presidente Lula sancionou a Lei de Biossegurança, que permite a destruição de embriões humanos, em 24 de março de 2005. Hoje faz 1747 dias dias que o Ministro Saraiva Felipe editou a portaria 1508, que oficializou a prática do aborto no SUS, em 1º de setembro de 2005.

Fonte: Pró-Vida

07/06/2010

Pulseiras do sexo: 90% das adolescentes...


Cerca de 90% das adolescentes entre 10 e 14 anos já usaram as chamadas “pulseirinhas do sexo”, segundo estudo realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Entre os meninos nessa faixa etária, 54,8% já usaram.

Com o avanço da idade, o uso do acessório diminui consideravelmente. Entre os adolescentes de 15 a 19 anos, 38% das meninas e apenas 8,5% dos meninos disseram que usam ou já usaram as pulseiras. Já entre os jovens de 20 a 24 anos ninguém usou entre os meninos e somente 1% das meninas já usaram o objeto.
A pesquisa ouviu 174 adolescentes e jovens entre 10 e 24 anos de idade entre os meses de abril e maio deste ano. Desse total, apenas 5,7% nunca tinham ouvido falar das pulseiras, e 54,2% disseram já as terem usado pelo menos uma vez. Entretanto, 89% dos que já utilizaram as pulseiras informaram que deixaram de usá-las, geralmente após saber o significado ou em razão das confusões e equívocos em torno das pulseiras.
As pulseiras do sexo fazem parte de um jogo em que a pessoa tem que fazer o que a cor da pulseira representa, que vai de abraço a sexo, após o elástico ser arrebentado por um "pretendente".

Violência

Embora a maioria já tenha usado as pulseiras, 61,6% dos adolescentes entrevistados informaram não saber o significado das cores, e 37,8% disseram conhecer apenas o significado de algumas delas. Entre as pessoas ouvidas na pesquisa, a maioria, 71,3%, acredita que o uso das pulseiras seja perigoso, mas 51,2% não concordam que existam pessoas que interpretem as pulseiras de forma maliciosa.
O estudo revelou, ainda, que 84% dos entrevistados conhecem amigos e amigas que usam ou já usaram as pulseiras. Sete dos 174 entrevistados conhecem quem sofreu violência por ter usado a pulseira, incluindo uma morte.
Neste ano, o estupro de uma adolescente em Londrina e com o assassinato de duas jovens de Manaus causou comoção. Todas estariam usando os tais acessórios.

Em Manaus, uma das adolescentes, de 14 anos, foi encontrada morta dentro de um motel com pancadas na cabeça, e outra foi esfaqueada e encontrada com as pulseiras do sexo ao lado do corpo. Já em Londrina, uma menina de 13 anos teve o bracelete arrancado e foi estuprada por pelo menos dois rapazes em março deste ano.

“Ditadura do sexo”

Para Albertina Duarte Takiuti, coordenadora do Programa de Saúde do Adolescente da Secretaria, o fato de muitos adolescentes estarem usando as pulseiras é fruto direto das experimentações nesta fase da vida, além da necessidade de auto-afirmação e de ser aceito no grupo. Ela alerta, no entanto, que esta moda pode representar uma nova “ditadura do sexo”, que codifica a mulher e fortalece o homem.

“Na esfera pública, o caminho novamente passa pelo aprofundamento de políticas, nas áreas de educação, assistência social e saúde, que dêem poder de voz às adolescentes e que trabalhem as inseguranças, emoções e medos”, afirma Albertina.

Redação: Martina Cavalcanti

Fonte: eBand

05/02/2010

PLC 122/06 em novo debate.

- A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realizará audiência pública para discutir o projeto de lei que define os crimes resultantes de preconceito em razão de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero (PLC 122/06). Três requerimentos com essa finalidade, de autoria dos senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ), Magno Malta (PR-ES) e Arthur Virgílio (PSDB-AM), foram aprovados nesta quinta-feira (4), pela comissão.
- O presidente da CDH, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), defendeu a realização de mais de uma audiência para discutir o assunto. A relatora da matéria, senadora Fátima Cleide (PT-RO), lembrou que já havia sido apresentado requerimento à comissão para realizar o debate, que não aconteceu antes do recesso parlamentar.
- O senador Magno Malta (PR-ES), ao justificar o requerimento, disse que a matéria foi aprovada de "maneira sorrateira" na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), como item extra pauta, antes que o tema fosse amplamente discutido. Para ele, o projeto deve ser discutido com todos os segmentos da sociedade. O senador defendeu ainda a realização de campanhas informativas e educativas, em nível nacional, para que haja respeito a todos os seres humanos.
- Também o senador Gerson Camata (PMDB-ES) defendeu amplo debate do tema. Ele ressaltou que o projeto possui artigos que podem dar margem a interpretações equivocadas, como, por exemplo, aceitação da pedofilia.
Camata também observou que, caso a lei estivesse em vigor quando o Papa Dom Bento XVI visitou o Brasil, o pontífice seria preso ao afirmar, em uma homilia, não ser natural casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Fonte: Agência Senado, O Galileo