06/12/2010

Heresias do Teísmo Aberto

Por  www.carm.org
 O open theism ["teísmo aberto"] ensina que Deus não conhece o futuro ou porque Ele assim escolhe não saber, ou porque o futuro não é conhecível.
Abaixo estão algumas questões a serem feitas aos "teístas abertos".
1. Você crê que Deus aprende?
A. De acordo com o open theism, Deus não conhece as futuras escolhas do livre-arbítrio das pessoas, embora Ele conheça todas as possíveis escolhas que eles possam fazer. Portanto, quando as pessoas finalmente fazem essas escolhas, Deus então aprende o que essas escolhas são. Portanto, o Deus do open theism aprende; isto é, Ele aprende o que se tornam as escolhas de seus seres criados.

B. Se Deus está aprendendo, então, Ele está crescendo em entendimento e ganhando conhecimento?
 2. Você crê que Deus pode cometer enganos? Por exemplo, Deus pode crer que algo irá acontecer e não acontecer?
A. Se Deus aprende o que as pessoas farão somente após elas terem feito, então, é possível que Deus espere que alguém faça uma coisa e, todavia, ela não fazer ? É possível?
i. Se sim, então, você propõe um deus que comete enganos e aprende com os seus enganos. Pode um deus desse merecer confiança? É bíblico esse tal deus?
ii. Se não, você está dizendo que toda vez ele adivinha o futuro de forma correta? Se for assim, então ele é conhecedor das futuras escolhas do livre-arbítrio de todas as pessoas.
B. Se Deus pode cometer enganos, então, como você pode saber que a expiação não foi um engano? Como você pode saber que o fato dEle ter feito você não foi um engano?
3. A Bíblia diz que Jesus levou os nossos pecados em Seu corpo sobre a cruz (1 Pedro 2:24). Se isto é verdade, então, como Deus soube quais pecados seriam colocados sobre Cristo, visto que não tínhamos os cometido ainda quando Jesus foi crucificado?
A. Se você diz que Deus colocou todos os pecados possíveis que poderiam ser cometidos sobre Jesus, então, como Deus poderia saber que tais pecados seriam realmente cometidos? Se Ele colocou todo o pecado potencial sobre Jesus, então, poderia haver pecados colocados sobre Cristo que nunca seriam cometidos por alguém.
B. Se você diz que Deus colocou todo tipo de pecado sobre Cristo, então, Jesus não levou nossos pecados em Seu corpo, visto que os pecados individuais, segundo a posição defendida por você, não teriam sido levados por Cristo.
C. Se você diz que Deus não necessita saber todos pecados que cometeríamos, sobre que base você diz que Ele não tem tal conhecimento? Apenas dizer que Ele não necessita, não prova nada. Se sua resposta é porque o futuro não é conhecível, então, você está fugindo da questão; isto é, você assume ser verdadeira a coisa que você está tentando provar e que não tem prova.
D. VERSOS:
i. 1 Pedro 2:4 diz, "levando Ele mesmo os nossos pecados em Seu corpo sobre o madeiro, para que mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas Suas feridas fostes sarados."
ii. 2 Coríntios 5:21, "Àquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus."

Tradução livre: Felipe Sabino de Araújo Neto
Cuiabá-MT, 04 de julho de 2004.

04/12/2010

Jesus veio trazer esperança de vida.

Um dia Jesus subiu em um barco e atravessou uma tempestade para levar vida para um homem e por ele, vida muitos outros. Um dia, desceu dos céus a terra através de uma barriga, passou adversidades e morreu numa cruz, para dar vida a ti e através de ti a muitas outras pessoas. Quando Jesus vem, vem com Ele esperança de uma Vida Nova. Natal é Vida Nova porque Jesus Vem.

03/12/2010

Quanto Vale uma alma?

Quanto vale uma alma para você? Abaixo, você pode ouvir a mensagem, fazer o dwonload e ainda ler o esboço. Que o Espírito Santo te instigue a evangelizar!

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(Esboço)
Você tem estado atento ao que Deus tem falado contigo? O que a Palavra do Senhor tem te dito? Jonas, além de seus defeitos tão visíveis, ouvia ao Senhor. E você? Não existe cristianismo sem ouvir Cristo.
“Dispões-te”: E comece a frequentar uma célula... e pare de só reclamar. Dispõe-te e passes a servir teus irmãos. Dispõe-te e passes a servir teus irmãos. Dispõe-te e faças o compromisso de ler a Bíblia todos os dias. A sair da tua letargia e passar a orar e evangelizar!
Igreja é lugar de dispor-se. Existem outros lugares onde apenas o sacerdote “trabalha”. Isso não é cristianismo. No cristianismo  todos os cristãos precisam  se dispor, ouvir a voz do Senhor e agir.
“Malícia”. A malicia da cidade chegara ao nível máximo. Como se fosse um copo, cada cidade tem uma medida de maldade. Quando esta é preenchida, Deus manifesta juízo. Como está a medida de sua cidade? Como está a sua? Cristianismo exige mudança de vida!  Existem religiões onde não se cobra mudança de vida. No cristianismo, não há como continuar vivendo do mesmo jeito.
“Se dispôs, mas, para fugir”. Quando Deus fala contigo é necessário esforço (Mt 11.12) para obedecê-lo. Porém, para não obedecê-lo também é necessário esforço! Se de um jeito ou de outro vamos precisar nos esforçar então que seja servindo e não fugindo!
Existe muita gente por ai canalizando suas forças em fugir do Senhor ao invés de servi-lo! Dispõe-te, mas para servir ao Senhor! Não desperdice tempo e energia fugindo!
“Pagou”. Jonas pagou para fugir. Fugir de Deus além de tudo sai caro! Muitas pessoas estão cegas e não conseguem ver como é caro fugir do Senhor. Dinheiro para drogas, bebidas, prostitutas, festas... O simples fato de fugir de Deus já abala nossa estabilidade, como Jonas que ficou depressivo. Algumas vezes o Senhor nos chama para conversar e tentamos nos distrair com jogos, internet, televisão...
“Longe da presença”. Para onde iria Jonas? Não há lugar oculto ao Senhor. Jonas era muito preso ao templo. De alguma maneira, não ir ao templo parecia livra-lo da necessidade de envolver-se com a obra de Deus. Ele tinha se tornado religioso. Não conseguia mais enxergar as necessidades das pessoas de fora de seu grupo.
“Vento forte”. Quem disse que todo vento forte que vem sobre nós é do maligno? As vezes, o Senhor envia tribulações para nos corrigir da mesma forma como um pai castiga o filho. A este vento, chamamos disciplina. Que ventos da disciplina o Senhor tem enviado sobre ti? O navio está chacoalhando? Será que você não está fugindo do Senhor?
“Cada um ao seu Deus”. Os marinheiros acreditavam no sobrenatural. Sabiam que o que ali se passava era transcendente. Nós cristãos não podemos ser ignorantes em relação a realidade espiritual de cada momento. Precisamos compreender que as coisas naturais e espirituais estão intimamente ligadas. Tendo você medo ou não esta realidade está ai.
Tem gente fazendo como Jonas, quando as cosias ficam difíceis, corre para o porão. Amado, justo o contrário. Quando vem as lutas, as provações, os ataques do maligno, mais ainda você deve congregar! Saia do porão. Porão não é lugar para cristão! “Ah depois que eu resolver essa situação...” Não! Imagine alguém que está com dor de dente e diz: “Depois que eu concertar meu dente, vou ao dentista”. Você tem problemas? Então a Igreja é o lugar certo para você! Quando vamos para o porão, o problema continua nos esperando do lado de fora, do mesmo tamanho, ou ainda maior!
Eles “jogavam as cargas” fora, possivelmente mantimentos e mercadorias. Quando ficamos no porão, lá em cima estamos perdendo muitas cosias. Inclusive, quem está ao nosso redor perde enquanto estamos no porão. Quando nos afastamos de fazer a vontade do Senhor, não somente nós perdemos, mas, propiciamos que os que estão ao nosso redor percam também!
“Dormia profundamente”. Ei, acorde! Saia desse sono espiritual! Mexa-se! Há muito a fazer. Existe muito crente dorminhoco. Cuidado crente dorminhoco, pode que Jesus volte e você fique dormindo nos braços do anticristo.
Sono espiritual. Pessoas ao seu lado indo para o inferno e você “tudo bem, tô nem ai, cada um faz o que quer”. Sono espiritual: A família se destruindo e você dormindo. Demônios aguindo em sua cidade e você dormindo.
Será que é mais fácil fugir do que acordar e sair do porão? Jonas queria sair pela porte da morte. Assim muitos cristãos tem feito. Assim muitos cristãos tem feito. Ao invés de se consertarem com o Senhor e com os irmãos e dispor-se a servir, optam por sair da Igreja. Para que dar a Deus o trabalho de mandar o peixe te engolir?
Nem sempre ser usado por Deus significa que você está agradando a Ele. Jonas foi usado por Deus para ganhar os marinheiros, porém não estava agradando ao Senhor.
A Palavra do Senhor vem segunda vez: Dispõe-te! O profeta não estava preocupado com as vidas. Não queria que Deus estendesse suas mãos aos pecadores. Antes queria vê-los destruídos. Nós, os cristãos, somos os chamados a olhar para aqueles que todos dizem que não mais há esperança e enxerga-los como discípulos de Jesus. Nós somos o povo chamado para olhar para aqueles que aparentemente merecem a morte vê-los transformados em pregadores da palavra.
Jonas estava mais feliz com uma planta do que com 120 mil almas! Tantas vezes, mesmo nós cristãos, nos preocupamos tanto com coisas e esquecemos as pessoas.
Qual o valor de uma vida para ti? Qual o valor de uma alma para você? Será que vale a pena você tirar 2h de seu conforto e frequentar uma célula? Será que vale 1h de seu serviço para que nela faça uma visita? Quanto vale a salvação para ti? Se você não dá valor para vidas, a sua própria está desvalorizada. Deixe de ser egoísta Jonas! Para de olhar para seu umbigo e veja ao seu redor quantas almas para serem salvas.

02/12/2010

O Vento

Na casa de um amigo, a festejar seu aniversário. Conversas vão e vem. Até que o pai do rapaz começa a contar sobre como fora difícil tirar os tocos do chão. Ele desejava fazer uma lavoura e para isso precisou contratar um retroescavadeira para arrancar as raízes das árvores que haviam sido cerradas. As máquinas passaram muitas dificuldades e seus pilotos, cobraram um alto preço pelos serviços. Nisto, outro senhor interrompe: “É, mas e o vento?” Ora, o que poderia ter o vendo em comum com esta história? “O vento, quando quer, arranca as arvores e as deixa com as raízes para cima com a maior facilidade, como se não tivessem peso algum”.
Sim, o poderoso vendo. Em nossas vidas, muitas vezes estamos tentando arrancar com nossos próprios esforços as raízes do passado que restaram. Quanto temos a nossa disposição o forte vento do Espírito que pode soprar fortemente arrancar de uma vez por todas de nossas vidas.
Muitas coisas fazemos com nossas mãos. Outras, se feitas com a força do braço, nos desgastam até a morte. Outras ainda são impossíveis.
Porém quando este vendo vem, quebra as arvores pelo meio, arranca as raízes como se tudo fosse uma brincadeira. Oremos ao Senhor, para que seu vento sobre em nossos corações, arrancando tudo aquilo que não o agrada e que sozinhos, não temos força para arrancar.

01/12/2010

Dimensões na batalha espiritual

Em Êxodo 17.8-13 encontramos a narração de um acontecimento maravilhoso. O povo de Deus, recém-saído do Egito, encontra agora um novo adversário. Os amalequitas pretendiam ataca-los. O líder do grupo era Moisés, homem escolhido por Deus para essa tarefa. Ele já havia sido provado pelo Senhor em várias circunstâncias e estava aprendendo a cuidar das ovelhas do Senhor. Chama um de seus liderados, Josué, e dá a este a tarefa de escolher alguns homens dos hebreus para lutarem contra os amalequitas. Aqui começa a primeira questão. Por que Josué? Será que o povo não ficou se perguntando? Será que as papais corujas não ficaram murmurando, desejando que o seu filho fosse o escolhido? Não sei se Moisés tinha consciência do que estava fazendo, mas, isto já era direção de Deus, desejando preparar Josué para ser o novo chefe do grupo. Muitas vezes as decisões dos pastores e líderes não são compreendidas. Às vezes nem mesmo nós sabemos porque decidimos por algo. Mas o Senhor que nos chamou, vai colocando dentro de nós uma sabedoria da parte dele, uma santa intuição que nada mais é do que a direção do Espirito Santo. Josué é escolhido e a ele delegada a ele a tarefa de escolher os demais guerreiros.
A segunda informação quanto a estratégia de guerra mosaica também soa estranha. Subir na colina? Para que? Que história de vara de Deus é essa? O lugar do pastor é no meio das ovelhas, mas também sobre a colina para ter “visão”. Moisés subiu a colina, e junto com ele o chamado para ser o pastor dos hebreus, representado por seu cajado. Além da unção derramada pelo Senhor sobre Moisés como seu filho, representada pelo cajado, estava a unção do Senhor derramada sobre o ministério, sobre a função de Moisés. Assim como o manto de Elias representava a unção da função/ministério que estava sobre ele.
Enquanto Josué e os guerreiros lutariam na dimensão natural, Moisés lutaria na dimensão espiritual. Ele tinha entendimento de que sempre por traz de um conflito natural existe uma realidade espiritual. Nenhuma guerra acontece sem o envolvimento de espíritos malignos. Esse discernimento muitas vezes foge do entendimento dos crentes, que acabam brigando em suas igrejas, sem perceberem que assim estão servindo ao próprio Diabo.
Enquanto os guerreiros na dimensão natural vaziam sua parte, Moisés fazia a sua na parte espiritual. Qual era mais importante? O cansaço de Moisés logo responderia essa pergunta. Exausto, baixava as mãos e os hebreus começavam a ser derrotados. Erguia novamente os braços e prevaleciam. Estratégias humanas e dedicação são boas, entretanto, sem o embate espiritual não valem nada! Sem Moisés, o exército de Josué seria destruído.
Porém Moisés já não tinha mais o vigor dos tempos de príncipe do Egito. Ai está o que muitos pastores e líderes esquecem... Precisamos de ajuda! Sozinho a guerra estava perdida. Entretanto Arão e Hur seguraram as mãos de Moisés! Uma igreja que não sustenta as mãos de seu pastor está destinada ao fracasso. Pastores devem ser sustentados pela congregação e cuidados por ela para que por sua vez, possam pastorear. É um cuidado recíproco. No início, Moisés conseguiu sozinho, porém isso lhe custou a exaustão. Arão e Hur estavam atentos, rolaram uma pedra, seguraram os braços de seu líder. Afinal, a vitória de Moisés nada mais seria do que a vitória deles mesmos! Uma liderança que não auxilia seu pastor está decretando o próprio fracasso!
O Senhor manifestou sua graça multiforme. Usou a capacidade de liderança de Josué, as mãos dos guerreiros, a dedicação de Arão e Hur e as mãos de Moisés. De quem foi a vitória? Do Senhor, através de e para, os hebreus.